Câmara de Campina Grande rejeita implementação de emendas impositivas para 2026

(Foto: Divulgação)

A sessão desta terça-feira (30) na Câmara Municipal de Campina Grande foi palco de um dos embates políticos mais tensos do ano. Por um placar apertado de 12 a 11, os parlamentares rejeitaram a implementação das emendas impositivas, mecanismo que obrigaria a prefeitura a executar as verbas indicadas pelos vereadores no orçamento municipal.

A proposta derrubada buscava garantir autonomia financeira ao Legislativo, reservando 1,2% da Receita Corrente Líquida (RCL) da cidade para as indicações parlamentares. Na prática, isso significaria:

• Cerca de R$ 800 mil por parlamentar: Cada um dos 23 vereadores teria o poder de direcionar cerca de R$ 800 mil para obras e projetos específicos em suas bases.

• Reforço na Saúde: Por lei, 50% desse valor (R$ 400 mil por vereador) deveria ser obrigatoriamente destinado a ações e serviços de saúde.

O fiel da balança da votação foi o presidente da Casa, Saulo Germano (Podemos). Diante do empate técnico entre as bancadas, o presidente emitiu o voto de minerva e posicionou-se de forma contrária à medida.

 

Artigos relacionados

PolíticaÚltimas notícias

Sargento Neto cobra apuração rigorosa de denúncias envolvendo a Saúde do Estado

O deputado estadual Sargento Neto (PL) defendeu, nesta sexta-feira (27), a apuração...

CotidianoPolítica

Rostand volta a cobrar valorização no PP e critica Ari Reis: “Um secretário que não atende um vereador, erra”

O vereador Rostand Paraíba (Progressistas) voltou a manifestar publicamente seu descontentamento com...